
O lema do Haiti reza o seguinte: “L’Union fait La force”(“A união faz a força”).
Talvez por isso no século XVIII o Haiti era considerada a colônia mais prospera do mundo.
Olhando novamente para o presente, vemos um país praticamente esfacelado pelas ultimas guerras civis e os governos totalitaristas que marcaram sua história.
Apenas em 2004 a situação desesperadora do Haiti dava sinais de mudanças. Considerando que o Haiti ainda constituia ameaça para a paz internacional e a segurança na região, o Conselho de Segurança da ONU decidiu estabelecer a Missão para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH), que assumiu a autoridade em 1 de Junho de 2004. Para o comando do componente militar da MINUSTAH (Force Commander) foi designado o General Augusto Heleno Ribeiro Pereira, do Exército Brasileiro para comandar a missão de paz com objetivo de combater os grupos paramilitares e estabelecer a ordem no país.
O objetivo da ONU era dar uma plataforma segura para os estadistas poderem começar um plano de desenvolvimento da região, e como a força de paz conseguiu alcançar seus objetivos, a historia no pais poderia começar a ser escrita de maneira diferente.
O Haiti é um país com pouca infra-estrutura, onde 45,2% da população é analfabeta e vivem essencialmente de atividades agrícolas.
Exatamente um mês antes de esse texto ser redigido, o Haiti novamente estava entrando em colapso e todos os planos para um futuro melhor para aquela nação teriam que recomeçar da estaca zero.
No dia 12/01/2010 às 16h53 do horário local (19h53 no horário de Brasília), um terremoto atinge a capital do país, Porto Príncipe, com a intensidade de 7,3 graus na escala de Ritcher. Para efeito de comparação, o poder de destruição de um terremoto dessa magnitude equivale a 30 bombas atômicas como as que foram lançadas em Hiroshima no Japão no ano de 1945.
[3]O Maior terremoto já registrado nos últimos 200 anos no Haiti é uma tragédia que dizimou quase tantas pessoas quanto o Tsunami de 2004.
Aproximadamente 80% das construções de Porto Príncipe foram destruídas ou ficaram com danos estruturais. Cerca de 220 mil vidas foram perdidas nesse hecatombe natural e 1,2 milhão de desabrigados. E esse número pode ser bem maior, já que oficialmente não existe a contagem dos corpos. Entre os mortos podemos contar a Doutora Zilda Arns, que criou a pastoral da criança no Brasil e foi indicado ao prêmio Nobel, também o diplomata Brasileiro Luiz Carlos da Costa, segundo no comando da ONU na missão de paz do Haiti.
[5] Pelo menos 552 Adventistas morreram e 55 igrejas foram destruídas, alem de colégios e escolas.
A situação considerada como calamidade, poderia ter sido pior, caso as muitas entidades de ajuda humanitária não tivessem agido de forma muito rápida para ajudar a cremar ou enterrar os mortos, já que, expostos no meio ambiente, a decomposição dos cadáveres poderiam espalhar doenças e pestes.
Uma das entidades mais atuantes na ajuda das vitimas do terremoto do Haiti é a Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais, também conhecida como ADRA [8].
Talvez por isso no século XVIII o Haiti era considerada a colônia mais prospera do mundo.
Olhando novamente para o presente, vemos um país praticamente esfacelado pelas ultimas guerras civis e os governos totalitaristas que marcaram sua história.
Apenas em 2004 a situação desesperadora do Haiti dava sinais de mudanças. Considerando que o Haiti ainda constituia ameaça para a paz internacional e a segurança na região, o Conselho de Segurança da ONU decidiu estabelecer a Missão para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH), que assumiu a autoridade em 1 de Junho de 2004. Para o comando do componente militar da MINUSTAH (Force Commander) foi designado o General Augusto Heleno Ribeiro Pereira, do Exército Brasileiro para comandar a missão de paz com objetivo de combater os grupos paramilitares e estabelecer a ordem no país.
O objetivo da ONU era dar uma plataforma segura para os estadistas poderem começar um plano de desenvolvimento da região, e como a força de paz conseguiu alcançar seus objetivos, a historia no pais poderia começar a ser escrita de maneira diferente.
O Haiti é um país com pouca infra-estrutura, onde 45,2% da população é analfabeta e vivem essencialmente de atividades agrícolas.
Exatamente um mês antes de esse texto ser redigido, o Haiti novamente estava entrando em colapso e todos os planos para um futuro melhor para aquela nação teriam que recomeçar da estaca zero.
No dia 12/01/2010 às 16h53 do horário local (19h53 no horário de Brasília), um terremoto atinge a capital do país, Porto Príncipe, com a intensidade de 7,3 graus na escala de Ritcher. Para efeito de comparação, o poder de destruição de um terremoto dessa magnitude equivale a 30 bombas atômicas como as que foram lançadas em Hiroshima no Japão no ano de 1945.
[3]O Maior terremoto já registrado nos últimos 200 anos no Haiti é uma tragédia que dizimou quase tantas pessoas quanto o Tsunami de 2004.
Aproximadamente 80% das construções de Porto Príncipe foram destruídas ou ficaram com danos estruturais. Cerca de 220 mil vidas foram perdidas nesse hecatombe natural e 1,2 milhão de desabrigados. E esse número pode ser bem maior, já que oficialmente não existe a contagem dos corpos. Entre os mortos podemos contar a Doutora Zilda Arns, que criou a pastoral da criança no Brasil e foi indicado ao prêmio Nobel, também o diplomata Brasileiro Luiz Carlos da Costa, segundo no comando da ONU na missão de paz do Haiti.
[5] Pelo menos 552 Adventistas morreram e 55 igrejas foram destruídas, alem de colégios e escolas.
A situação considerada como calamidade, poderia ter sido pior, caso as muitas entidades de ajuda humanitária não tivessem agido de forma muito rápida para ajudar a cremar ou enterrar os mortos, já que, expostos no meio ambiente, a decomposição dos cadáveres poderiam espalhar doenças e pestes.
Uma das entidades mais atuantes na ajuda das vitimas do terremoto do Haiti é a Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais, também conhecida como ADRA [8].
A primeira providencia da ADRA foi o estabelecimento de um sistema para purificação da água, a providencia de alimentos, medicamentos e transportes de equipes médicas para socorro de vítimas. A igreja Adventista da América do Norte já recolheu um milhão de dólares para apoiar esse trabalho.
Outra frente de trabalho para socorro das vítimas ocorreu com o uso do hospital Adventista, um dos poucos centros médicos que ficaram intactos após os tremores, para atendimento de urgência e emergências.
Segundo o canal americano de noticiais “Fox News”, a organização da Igreja Adventista no Haiti procurou “fazer face a todos os que procuram refúgio junto das suas instalações, oferecendo pelo menos uma refeição diária”. [7]
Outra frente de trabalho para socorro das vítimas ocorreu com o uso do hospital Adventista, um dos poucos centros médicos que ficaram intactos após os tremores, para atendimento de urgência e emergências.
Segundo o canal americano de noticiais “Fox News”, a organização da Igreja Adventista no Haiti procurou “fazer face a todos os que procuram refúgio junto das suas instalações, oferecendo pelo menos uma refeição diária”. [7]
Em todos os prédios das Igrejas, escolas ou faculdade Adventista, milhares de pessoas se refugiaram durante a noite ou procuraram assistência e orientação durante o dia.
Mas o pior ainda não passou. A probabilidade de que um ou vários furacões mais fortes atinjam a região do Caribe neste ano é muito maior do que em anos anteriores, advertem os meteorologistas americanos, ressaltando a vulnerabilidade do Haiti.A temporada de furacões, que dura de 1º de junho a 30 de novembro, "será mais intensa do que o normal", explicou William Gray, da Universidade do Colorado (oeste dos Estados Unidos).
Antes dos furacões, os Haitianos ainda vão enfrentar mais um desafio: a estação das chuvas. "O pior está diante de nós no Haiti", disse o presidente da Cruz Vermelha Francesa (CRF) Jean-François Mattei, afirmando que um "segundo drama se aproxima" com a chegada da temporada de chuvas em seis semanas podem ocorrer precipitações torrenciais, inundações e deslizamentos de terra, o que poderia proliferar varias doenças como a malária ou a febre tifóide, dizimando muitos dos sobreviventes que já não tem moradia nem condição mínima de higiene, além de estarem sofrendo com a falta de comida e água potável.
Diante de tal quadro, aqui no Brasil temos o dever como Cristãos de orar por essas vítimas e procurar ajudar através dos canais disponibilizados pela igreja.
Na Bíblia podemos ler em Isaias capitulo 58:6 -8, “Porventura, não é este o jejum que escolhi: que soltes as ligaduras da impiedade, desfaças as ataduras da servidão, deixes livres os oprimidos e despedaces todo jugo? Porventura, não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres desabrigados, e, se vires o nu, o cubras, e não te escondas do teu semelhante? Então, romperá a tua luz como a alva, a tua cura brotará sem detença, a tua justiça irá adiante de ti, e a glória do SENHOR será a tua retaguarda”.
Você pode ajudar acessando o site da ADRA internacional [9] ou através do seu envelope de Dizimo e ofertas, colocando no campo “Outras” o seguinte: SOS Haiti/Adra e doando o valor desejado.
No dia 8 de fevereiro foi anunciado que 27 dias depois do terremoto, foi encontrado em meio aos escombros, com vida, Evan Muncie, um homem de 28 anos. Só um milagre poderia ter salvo a vida dessa pessoa. Deus também espera que participemos do milagre de salvar vidas no Haiti. Somente assim a união pode fazer a força.
Mas o pior ainda não passou. A probabilidade de que um ou vários furacões mais fortes atinjam a região do Caribe neste ano é muito maior do que em anos anteriores, advertem os meteorologistas americanos, ressaltando a vulnerabilidade do Haiti.A temporada de furacões, que dura de 1º de junho a 30 de novembro, "será mais intensa do que o normal", explicou William Gray, da Universidade do Colorado (oeste dos Estados Unidos).
Antes dos furacões, os Haitianos ainda vão enfrentar mais um desafio: a estação das chuvas. "O pior está diante de nós no Haiti", disse o presidente da Cruz Vermelha Francesa (CRF) Jean-François Mattei, afirmando que um "segundo drama se aproxima" com a chegada da temporada de chuvas em seis semanas podem ocorrer precipitações torrenciais, inundações e deslizamentos de terra, o que poderia proliferar varias doenças como a malária ou a febre tifóide, dizimando muitos dos sobreviventes que já não tem moradia nem condição mínima de higiene, além de estarem sofrendo com a falta de comida e água potável.
Diante de tal quadro, aqui no Brasil temos o dever como Cristãos de orar por essas vítimas e procurar ajudar através dos canais disponibilizados pela igreja.
Na Bíblia podemos ler em Isaias capitulo 58:6 -8, “Porventura, não é este o jejum que escolhi: que soltes as ligaduras da impiedade, desfaças as ataduras da servidão, deixes livres os oprimidos e despedaces todo jugo? Porventura, não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres desabrigados, e, se vires o nu, o cubras, e não te escondas do teu semelhante? Então, romperá a tua luz como a alva, a tua cura brotará sem detença, a tua justiça irá adiante de ti, e a glória do SENHOR será a tua retaguarda”.
Você pode ajudar acessando o site da ADRA internacional [9] ou através do seu envelope de Dizimo e ofertas, colocando no campo “Outras” o seguinte: SOS Haiti/Adra e doando o valor desejado.
No dia 8 de fevereiro foi anunciado que 27 dias depois do terremoto, foi encontrado em meio aos escombros, com vida, Evan Muncie, um homem de 28 anos. Só um milagre poderia ter salvo a vida dessa pessoa. Deus também espera que participemos do milagre de salvar vidas no Haiti. Somente assim a união pode fazer a força.
(Gilberto Tadday, Veja)Centro do Haiti.
Foto: GlobonewsFontes:
1 - wikipedia
2 - Agência France Press
3 - band.com.br
4 - https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2010/1/22/governo-do-haiti-nao-consegue-reaver-controle
5 - http://www.adventistas.org.pt/Artigos.asp?ID=410
6 - http:// http://www.globonews.com/
1 - wikipedia
2 - Agência France Press
3 - band.com.br
4 - https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2010/1/22/governo-do-haiti-nao-consegue-reaver-controle
5 - http://www.adventistas.org.pt/Artigos.asp?ID=410
6 - http:// http://www.globonews.com/
8 - http://www.adra.org/site/PageNavigator/work/what/responding_to_emergencies/need_appeal_feb10_haiti