Algumas pessoas entendem que o trabalho poderia ser uma maldição dada por Deus ao homem pela desobediência no jardim do Éden pela seguinte declaração Bíblica: “...maltida é a terra por tua causa; em fadigas obterás dela o sustento durante os dias de tua vida.” Gen. 3:17.
Essa posição não pode ser sustenta, pois após criar o homem, Deus confiou a ele o jardim para “lavrar e o guardar”. Essa era uma ocupação agradável e revigoradora, uma benção, pois lhe ocupava o espírito e fortalecia o corpo, ajudando então a desenvolver suas faculdades recém adquiridas.
Portanto, o trabalho já existia mesmo antes de existir uma maldição.
No entanto, após o pecado, o trabalho não seria mais uma felicidade e prazer perfeito para Adão, e sim uma labuta cansativa e cheia de ansiedade, pois agora estaria sujeito aos desapontamentos, pesares, dores e finalmente a morte, causada pela degradação imposto pelo pecado.
Porém, esse mesmo pesar serve como disciplina e misericórdia de Deus para que o ser humano após verificar o resultado do pecado, não se acostume em fazer o que não é correto, entregando-se à satisfação de apetite e paixões, mas que consiga o desenvolvimento de hábitos de domínio próprio, tendo em mente os resultados da rebelião contra a lei de Deus.
Bom conselho é “...cada um coma o pão do seu próprio trabalho.” II Tes.3:12
Publicada no boletim da Igreja Adventista do Campo Limpo na seção Ponto de Vista. Dísponivel em: http://www.igrejadocampolimpo.com.br
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